
{"id":352,"date":"2013-07-19T17:09:06","date_gmt":"2013-07-19T20:09:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.imigracaojaponesa.com.br\/?page_id=352"},"modified":"2013-07-19T19:22:27","modified_gmt":"2013-07-19T22:22:27","slug":"os-primeiros-engenheiros-nikkeis","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.imigracaojaponesa.com.br\/index.php\/entrevistas\/os-primeiros-engenheiros-nikkeis\/","title":{"rendered":"Os primeiros engenheiros nikkeis"},"content":{"rendered":"<p><strong>AIBE, Takeo (1954)<\/strong><br \/>\nNatural de S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Pardo (SP), em 1929. Formado em Engenharia Civil pela Polit\u00e9cnica e, depois, em Administra\u00e7\u00e3o de Empresas. Sempre trabalhou na \u00e1rea de Engenharia, com c\u00e1lculo de estrutura e funda\u00e7\u00f5es, prestando servi\u00e7os de consultoria nas mesmas \u00e1reas. Fez v\u00e1rias obras sociais, como principais, constru\u00e7\u00f5es de escolas. Casou-se com Zilda Costa Aibe e teve um \ufb01lho. Faleceu aos 62 anos.<\/p>\n<p><strong>ASSAHINA, Chinya (1952)<\/strong><br \/>\nNascido na prov\u00edncia de Ibaraki (Jap\u00e3o), em 1919. Veio ao Brasil com um ano e meio. Estudou em S\u00e3o Paulo e formou-se engenheiro qu\u00edmico na Escola Polit\u00e9cnica. Trabalhou no IPT por dois anos. Trabalhou na montagem de f\u00e1bricas entre as quais de \u00f3leo nos estados de S\u00e3o Paulo, Paran\u00e1, Mato Grosso e Maranh\u00e3o. Adquiriu uma f\u00e1brica de \u00f3leos comest\u00edveis para exporta\u00e7\u00e3o, reformou e presidiu por 15 anos. Foi casado com a professora de m\u00fasica Sachiko Assahina e teve uma \ufb01lha. Faleceu em 1994.<\/p>\n<p><strong>BABA, Natalino (1952)<\/strong><br \/>\nNasceu em Rinc\u00e3o (SP), em 1925. Foi o melhor aluno da turma que se formou na Esalq, em 1952. Em sua atividade pro\ufb01 ssional, especializou-se na \u00e1rea de sementes e mudas. Foi gerente regional da Embrapa \u2013 Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecu\u00e1rias \u2013, em Campinas, e diretor da Cati \u2013 Coordenadoria de Assist\u00eancia T\u00e9cnica Integral \u2013, em S\u00e3o Paulo, onde se aposentou. Faleceu em agosto de 2008, aos 82 anos. Teve tr\u00eas \ufb01lhas.<\/p>\n<p><strong>DAL PORTO, Harumi Ohno (1957)<\/strong><br \/>\n\u00c9 natural de Sete Barras (SP), nasceu em 1932. Cursou a Escola Polit\u00e9cnica, na qual se formou em 1957 como a 1\u00aa mulher nikkei a concluir o curso de Engenharia no Estado de S\u00e3o Paulo. Especializou-se em projetos de sistemas de abastecimento de \u00e1gua e de esgotos sanit\u00e1rios. Trabalhou em diversas entidades do setor de saneamento do governo do Estado e, por \ufb01m, no Departamento de \u00c1guas e Energia El\u00e9trica, em assuntos relacionados ao aproveitamento de \u00e1gua subterr\u00e2nea. Aposentou-se em 1995.<\/p>\n<p><strong>DEYAMA, Shigueharo (1948)<\/strong><br \/>\n\u00c9 natural de Presidente Prudente (SP), nasceu em 1924. Formado na Polit\u00e9cnica em 1948, fez v\u00e1rios cursos de especializa\u00e7\u00e3o p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o e est\u00e1gios no exterior. Dedicou-se longamente ao ensino de v\u00e1rias disciplinas na pr\u00f3pria Polit\u00e9cnica, chegando a regente da cadeira de Instala\u00e7\u00f5es El\u00e9tricas. Ao mesmo tempo, foi engenheiro e chefe da Se\u00e7\u00e3o de M\u00e1quinas do Instituto de Eletrot\u00e9cnica, da USP. Foi consultor da Cesp e atuou como engenheiro respons\u00e1vel na Eletro Mec\u00e2nica Su\u00ed\u00e7a S.A. Aposentou-se em 1985. Est\u00e1 com 84 anos.<\/p>\n<p><strong>ENDO, Ci\u00e3o (1952)<\/strong><br \/>\nNatural de S\u00e3o Paulo (SP), em 1928. Formou-se engenheiro agr\u00f4nomo pela Esalq e tamb\u00e9m em Direito. Durante a sua trajet\u00f3ria pro\ufb01 ssional foi funcion\u00e1rio da Secretaria de Agricultura do Estado de S\u00e3o Paulo. Foi casado com Dinorah Pupo Endo, com quem teve cinco \ufb01lhos. Faleceu em 2000.<\/p>\n<p><strong>FUJIWARA, Eduardo Toshio (1954)<\/strong><br \/>\nNasceu em Cafel\u00e2ndia (SP), em 1930. Formado pela Esalq em 1954, adquiriu larga experi\u00eancia no Paran\u00e1 na cultura de algod\u00e3o, soja e caf\u00e9, que o notabilizou como pro\ufb01ssional competente. Conduzido a diretor t\u00e9cnico da empresa agr\u00edcola Fujiminas, atuou no cerrado mineiro durante 30 anos na produ\u00e7\u00e3o de caf\u00e9s \ufb01 nos, na macrocultura de soja e na produ\u00e7\u00e3o de sementes de v\u00e1rias culturas, quando introduziu avan\u00e7adas tecnologias de irriga\u00e7\u00e3o, em conson\u00e2ncia com as varia\u00e7\u00f5es climatol\u00f3gicas. Faleceu em 2003.<\/p>\n<p><strong>FURUYA, Masayuki (1949)<\/strong><br \/>\nNasceu na prov\u00edncia de Nagano (Jap\u00e3o), em 1924. Concluiu o curso de Engenharia Qu\u00edmica na Escola Polit\u00e9cnica. Trabalhou no Instituto Oceanogr\u00e1\ufb01 co quando fez est\u00e1gio de especializa\u00e7\u00e3o no Jap\u00e3o. Posteriormente, foi trabalhar na Usiminas, na unidade de Ipatinga (MG). Foi casado com Miya Furuya com quem teve uma \ufb01lha. Faleceu em 1997.<\/p>\n<p><strong>HAIBARA, Hideo (1952)<\/strong><br \/>\nNasceu em Okayama (Jap\u00e3o), em 1925. Formado em Engenharia Civil pela Escola Polit\u00e9cnica em 1952, trabalhou inicialmente na Diretoria de Aeroportos do Estado de S\u00e3o Paulo. Em 1958, ingressou na Usiminas, empresa que fez carreira ocupando diversos cargos em Ipatinga e depois em Belo Horizonte. Em 1961 e 1962, fez est\u00e1gio em lamina\u00e7\u00e3o a frio, na Nippon Steel do Jap\u00e3o. Foi casado com Mery Haibara. Faleceu em 2006, aos 81 anos.<\/p>\n<p><strong>HATANAKA, Tsugio (1951)<\/strong><br \/>\nNasceu em Osaka (Jap\u00e3o), em 1923. Chegou ao Brasil tendo 5 anos. Impulsionado com o desejo de aprender sempre, ingressou no Mackenzie formando-se engenheiro-arquiteto. Quando estudante, colaborou no projeto da Casa de Estudantes Harmonia. Como pro\ufb01ssional, trabalhou nas empresas Taiyo, Brasil Atlantic e Pesca Nova. Foi o respons\u00e1vel pela constru\u00e7\u00e3o da sede da Kib\u00f4-no-ie, em que foi tamb\u00e9m seu diretor. Ap\u00f3s a aposentadoria, dedicou-se \u00e0 orquideocultura pro\ufb01ssional. Casado com Tsuyako Okubo Hatanaka, teve quatro \ufb01lhos. Faleceu em 2003.<\/p>\n<p><strong>HIRAMA, Shigeo (1954)<\/strong><br \/>\nNasceu em Sendai (Jap\u00e3o), em 1931. Chegou ao Brasil com os pais, aos tr\u00eas anos, dirigindo-se \u00e0 regi\u00e3o da atual Guaimb\u00ea (SP). Formado na Esalq em 1954, tornou-se desde cedo um pesquisador de renome. Notabilizou-se na cafeicultura, revolucionando m\u00e9todos de cultura. Foi agraciado com v\u00e1rios pr\u00eamios, medalhas e diplomas, entre os quais a medalha Mal. Candido M.S. Rondon, pela Sociedade Geogr\u00e1\ufb01 ca Brasileira. Foi o 1\u00ba diretor da Escola Agr\u00edcola de Apucarana e o representante da cafeicultura do Paran\u00e1 com o IBC. Tem 77 anos.<\/p>\n<p><strong>HIRATA, Iwao (1953)<\/strong><br \/>\nNatural de Promiss\u00e3o (SP), nasceu em 1927. Formado na Polit\u00e9cnica em 1953, tornou-se Mestre em Recursos H\u00eddricos, em 1979. Inicialmente, trabalhou na Cooperativa Agr\u00edcola de Cotia e foi superintendente na Cia. de Melhoramentos de Paraibuna. Em 1958, ingressou no Daee de S\u00e3o Paulo, exercendo v\u00e1rios cargos at\u00e9 chegar a superintendente do Servi\u00e7o do Vale do Para\u00edba. Foi ainda diretor de duas divis\u00f5es t\u00e9cnicas e supervisionou a comiss\u00e3o \ufb01scalizadora dos estudos do aproveitamento m\u00faltiplo das bacias do rios Pardo e Mogi-Gua\u00e7u. Faleceu em 1982.<\/p>\n<p><strong>HIROSHI, Noda (1951)<\/strong><br \/>\nNasceu em Lins (SP), em 1925. Ap\u00f3s se formar na Esalq em 1951, ingressou como engenheiro agr\u00f4nomo na Companhia Brasileira de Produtos Qu\u00edmicos Shell. Trabalhou nessa empresa durante 21 anos, proporcionando assist\u00eancia t\u00e9cnica aos produtores, visando aumento de produtividade e maior rendimento \ufb01 nanceiro. Promovido a gerente Regional, teve destacada atua\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o cafeeira do Norte do Paran\u00e1. Possuidor de facilidades em l\u00ednguas, fez v\u00e1rios contatos e cursos de aperfei\u00e7oamento no exterior. \u00c9 falecido.<\/p>\n<p><strong>HIROTA, Massami (1943)<\/strong><br \/>\nNascido, em 1916, em Koochi (Jap\u00e3o), veio ao Brasil aos quatro anos. Ap\u00f3s iniciar seus estudos em Cotia e S\u00e3o Paulo, formou-se em Engenharia El\u00e9trica e Mec\u00e2nica na Polit\u00e9cnica, em 1943. Ap\u00f3s breve passagem pelas Ind\u00fastrias Matarazzo, constituiu \ufb01 rma pr\u00f3pria de projetos e execu\u00e7\u00e3o de instala\u00e7\u00f5es el\u00e9tricas e hidr\u00e1ulicas. Ingressando, ap\u00f3s, na \ufb01rma Construt\u00e9cnica S.A., tornou-se diretor e foi o engenheiro respons\u00e1vel de obras de vulto por todo o Pa\u00eds. Foi ainda s\u00f3cio e vice-presidente da CBC \u2013 Cia. Brasileira de Constru\u00e7\u00f5es. Faleceu em 1996.<\/p>\n<p><strong>HORITA, Yukihiko (1951)<\/strong><br \/>\nNasceu na prov\u00edncia de Fukui (Jap\u00e3o), em 1917. Filho de lavradores de Moinho Velho, no munic\u00edpio de Cotia. Dentre os irm\u00e3os, foi o \u00fanico que n\u00e3o quis continuar na agricultura e, para custear seus estudos, em S\u00e3o Paulo, montou uma pequena o\ufb01 cina de consertos de r\u00e1dios. Fez Engenharia Qu\u00edmica na FEI. Trabalhou na Ind\u00fastria Nadir Figueiredo e posteriormente na NGK para \ufb01 car mais pr\u00f3ximo de seus familiares em Mogi das Cruzes. Foi professor de Qu\u00edmica Tecnol\u00f3gica na FEI. Casado com Maria Cruz Horita, teve tr\u00eas \ufb01lhos. Faleceu em 1971.<\/p>\n<p><strong>IABUTTI, Ayrson (1951)<\/strong><br \/>\nNasceu no Rio de Janeiro (RJ), em 1923. Cursou a Escola Polit\u00e9cnica, na qual se formou engenheiro civil em 1951. No decorrer de sua atividade pro\ufb01 ssional, fez v\u00e1rios cursos de extens\u00e3o universit\u00e1ria nas \u00e1reas de Engenharia, Avalia\u00e7\u00f5es e Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica. Foi diretor de Divis\u00e3o do Departamento de Transportes Internos da Secretaria da Fazenda do Estado e diretor-t\u00e9cnico do Departamento de Obras P\u00fablicas do Estado de S\u00e3o Paulo, em que se aposentou. Atua como perito judicial e como assistente-t\u00e9cnico em avalia\u00e7\u00f5es e per\u00edcias de Engenharia. Tem 85 anos.<\/p>\n<p><strong>IBA, Siuco (1947)<\/strong><br \/>\nNascido em Jaboticabal (SP), em 1921, formou-se na Esalq em 1947. Logo ap\u00f3s, fez o Curso de Entomologia no Instituto Biol\u00f3gico e produziu tr\u00eas trabalhos cient\u00ed\ufb01 cos de interesse \u00e0 agricultura. Foi engenheiro agr\u00f4nomo das Casas da Lavoura em v\u00e1rios munic\u00edpios. Em Ituverava, recebeu o t\u00edtulo de Cidad\u00e3o Ituveravense. Trabalhou na Divis\u00e3o Regional Agr\u00edcola de Ribeir\u00e3o Preto, como Assistente Agropecu\u00e1rio de Dire\u00e7\u00e3o. Ao se aposentar, transferiu-se para Araraquara. Casou-se com Br\u00edgida Tsuha e tem cinco \ufb01lhos.<\/p>\n<p><strong>IDEMORI, Kanemitsu (1952)<\/strong><br \/>\n\u00c9 natural de Kagoshima (Jap\u00e3o), onde nasceu em 1923. Com apenas cinco anos, chegou com os pais ao Brasil, instalando-se primeiro em Promiss\u00e3o (SP) e depois em Pen\u00e1polis (SP). Formando-se na Polit\u00e9cnica, em 1952, ingressou na Estrada de Ferro Sorocabana, em que exerceu um cargo de che\ufb01 a no Departamento de Constru\u00e7\u00e3o Civil. Participou da execu\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias obras importantes, inclusive ap\u00f3s a fus\u00e3o das ferrovias estaduais na Fepasa. Atualmente, aos 85 anos, desenvolve o empreendimento imobili\u00e1rio de vulto em Itapecerica da Serra (SP).<\/p>\n<p><strong>II, Reozo (1954)<\/strong><br \/>\nNasceu em Uberaba (MG), em 1928. De in\u00edcio, trabalhou na Delegacia de Terras e Coloniza\u00e7\u00e3o de Mato Grosso. Depois, tornou-se engenheiro agr\u00f4nomo da Casa de Lavoura de Presidente Venceslau (SP). Foi o organizador da 1\u00aa Exposi\u00e7\u00e3o Agr\u00edcola desse munic\u00edpio. Em sua homenagem, o Governo de S\u00e3o Paulo conferiu o nome de Reozo Ii \u00e0 Casa da Agricultura de Presidente Venceslau. Foi um dos fundadores do Lions Clube local. Casado com a professora Irene Reiko Ii, teve quatro \ufb01lhos. Faleceu em 1963.<\/p>\n<p><strong>IKAWA, Kazuyuki (1955)<\/strong><br \/>\nNasceu em Hiroshima (Jap\u00e3o), em 1932. Chegou ao Brasil no dia 29 de abril de 1933, com seus pais, Shunichi e Sueko Ikawa, para trabalhar na agricultura. Formado em Engenharia Civil pelo Mackenzie, era amante da arte e cultura japonesa. Conclu\u00eddo o curso, abriu juntamente com seu amigo e colega Hidetoci Kawata, a empresa Ikawa, Kawata Engenharia e Constru\u00e7\u00f5es Ltda. Com o falecimento de Kawata, trabalhou tamb\u00e9m com outro colega Setsuo Kamada. Faleceu em janeiro de 2001.<\/p>\n<p><strong>IKUTA, Hiroshi (1954)<\/strong><br \/>\nNascido em Mogi das Cruzes (SP), em 1929. Formado em agronomia pela Esalq, foi professor contratado pela mesma faculdade para lecionar as disciplinas de Gen\u00e9tica, Citologia e M\u00e9todos de Melhoramentos de Plantas. Foi pioneiro na produ\u00e7\u00e3o de h\u00edbridos nacionais de couve-\ufb02or, repolho, berinjela, piment\u00e3o, pepino, tomate, ab\u00f3boras e milho doce. Atualmente \u00e9 professor convidado da Universidade de Mogi das Cruzes e desenvolve trabalhos de melhoramento de Orqu\u00eddeas em conv\u00eanio com a A\ufb02ord e a Fapesp.<\/p>\n<p><strong>INADA, Iwao (1951)<\/strong><br \/>\nNasceu em Conquista (MG), em 1927. \u00c9 formado pela Esalq, em 1951. Em 1958, ingressou na Cati \u2013 Coordenadoria de Assist\u00eancia Integral da Secretaria da Agricultura, atuando nas Casas da Agricultura de Nuporanga, Guar\u00e1, Sert\u00e3ozinho e Ribeir\u00e3o Preto. Lutou para aumentar a produtividade de v\u00e1rias culturas. Foi o respons\u00e1vel pela instala\u00e7\u00e3o de mais de 500 hortas dom\u00e9sticas em institui\u00e7\u00f5es de Ribeir\u00e3o Preto, merecendo homenagem da prefeitura local. Aposentou-se em 1994. Casado com Mituko Tanaka Inada, tem tr\u00eas\ufb01 lhos. Est\u00e1 com 81 anos.<\/p>\n<p><strong>ISHIKAWA, Mineo (1948)<\/strong><br \/>\nNasceu em 1929, em Campo Grande (MS). Seu pai veio ao Brasil no Kasato Maru. Estudou no Mackenzie auxiliado pelos irm\u00e3os. Retornando \u00e0 sua terra, trabalhou na Prefeitura Municipal e na Comiss\u00e3o de Estradas de Rodagem, na qual foi chefe de distrito rodovi\u00e1rio. Instalando sua pr\u00f3pria \ufb01 rma, executou obras p\u00fablicas. Recebeu em 1998 a medalha do M\u00e9rito Legislativo da Assembl\u00e9ia Legislativa de Mato Grosso do Sul. Casado com Geny Nacao Ishikawa, teve quatro \ufb01lhos. Faleceu em junho de 2008, aos 87 anos.<\/p>\n<p><strong>ITINOSE, Sadame (1955)<\/strong><br \/>\nNasceu em 1921, em Ara\u00e7atuba (SP). Ao se formar pela Polit\u00e9cnica, retornou \u00e0 terra natal, onde teve uma farm\u00e1cia. Adquiriu depois uma fazenda em Aparecida do Tabo\u00e3o (MS), foi avaliador do Banco do Brasil. Transferindo-se, em seguida, para Cuiab\u00e1, dedicou-se \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de gado. Reside atualmente em Sinop (MT). Por onde passou, dedicou-se ao magist\u00e9rio secund\u00e1rio. Mais recentemente, foi professor da Universidade Estadual de Mato Grosso. Est\u00e1 com 87 anos.<\/p>\n<p><strong>ITO, Pedro Issao (1955)<\/strong><br \/>\nFilho do mission\u00e1rio pioneiro Jo\u00e3o Yasoji Ito, da Igreja Anglicana, nasceu em S\u00e3o Paulo (SP), em 1931. \u00c9 formado pela Polit\u00e9cnica em 1955. Trabalhou inicialmente como engenheiro de ind\u00fastria automobil\u00edstica na General Motors e na Ford. Transferiu-se, depois, para a Brown Boveri atuando como gerente de Programa\u00e7\u00e3o. Retornou \u00e0 Ford, ent\u00e3o da Autolatina. Ap\u00f3s a aposentadoria, continuou em atividade como coordenador de vendas da NSK Nakanishi Industrial. Casado com Gisela Maria Ito, tem dois \ufb01lhos.<\/p>\n<p><strong>ITTO, Minoro (1952)<\/strong><br \/>\nNasceu em 1926, em Tabatinga (SP). Cursou a Esalq e se formou em 1952. Foi bolsista da Funda\u00e7\u00e3o Rockefeller para um est\u00e1gio no M\u00e9xico a \ufb01m de estudar o melhoramento gen\u00e9tico de plantas e tamb\u00e9m para estudos do melhoramento do feijoeiro nos Estados Unidos. Trabalhou dois anos na Se\u00e7\u00e3o de Gen\u00e9tica no Instituto Agron\u00f4mico de Campinas, ingressando depois no Banco do Brasil como visitador da Carteira Agr\u00edcola e Industrial. Aposentou-se, ap\u00f3s 30 anos de atividades, nessa fun\u00e7\u00e3o. Tem 82 anos.<\/p>\n<p><strong>KAGANO, Akira (1955)<\/strong><br \/>\n\u00c9 natural de Cerqueira C\u00e9sar (SP), nasceu em 1923. Chegando a S\u00e3o Paulo para continuar os estudos, foi interno do Instituto Nipo-Brasileiro, do Prof. Midori Kobayashi. Cursou no Instituto Mackenzie a Escola T\u00e9cnica e, em seguida, a Escola de Engenharia, onde se formou em 1955 em Eletro-Mec\u00e2nica. Como pro\ufb01ssional, trabalhou em sociedade elaborando projetos e executando instala\u00e7\u00f5es el\u00e9tricas. Foi casado. Faleceu em 1987, aos 64 anos.<\/p>\n<p><strong>KAJIMOTO, Quincas (1947)<\/strong><br \/>\nNasceu em 1923, em Lins (SP). Formado em Engenharia Civil pela Polit\u00e9cnica, trabalhou nas construtoras Coccaro e Mofarrej. Dentre as in\u00fameras obras realizadas, destacam-se v\u00e1rios edif\u00edcios constru\u00eddos na Cidade Universit\u00e1ria, como: Instituto de Geoci\u00eancias, Faculdade de Economia e Administra\u00e7\u00e3o, An\ufb01teatro e outros. Al\u00e9m disso, inclui-se o Continental Shopping Center, Cetesb e o edif\u00edcio na av. Paulista esquina com a Carlos Sampaio. Foi nadador master com v\u00e1rios t\u00edtulos. Casou-se com Taeko Kajimoto e teve seis \ufb01lhos. Faleceu em 2001.<\/p>\n<p><strong>KATO, Kiyoshi (1951)<\/strong><br \/>\nNasceu em T\u00f3quio (Jap\u00e3o), em 1922. Chegou ao Brasil em 1934. Seu pai foi o fundador da Bratac \u2013 Sociedade Colonizadora do Brasil. Formou-se em Engenharia Civil no Mackenzie em 1951. Em 1955, estabeleceu a Construtora Engin, empresa que construiu obras para grandes empresas nacionais e multinacionais como o Banco Am\u00e9rica do Sul, Banco Mitsubishi, Toyota do Brasil, McCann Erickson e Oxiteno. Foi um incentivador do interc\u00e2mbio entre o Brasil e o Jap\u00e3o e defensor de maior integra\u00e7\u00e3o entre idosos e jovens da comunidade nikkei. Faleceu em 1977.<\/p>\n<p><strong>KAWAI, Takeo (1931)<\/strong><br \/>\nNasceu em Mie-ken (Jap\u00e3o), em 1906. Chegou ao Brasil com 19 anos. Em 1931, tornou-se o 1\u00ba engenheiro nikkei formado no Brasil, ao concluir no Mackenzie o curso de Civil. Retornou ao Jap\u00e3o para se aperfei\u00e7oar. De volta ao Brasil, trabalhou na Bratac em projetos de coloniza\u00e7\u00e3o, em S\u00e3o Paulo e no Paran\u00e1. Ingressando na Cooperativa Agr\u00edcola de Cotia, executou grandes e variadas obras, atuando ainda como assessor t\u00e9cnico da presid\u00eancia. Ao se aposentar, exerceu consultoria para v\u00e1rias \ufb01rmas. Foi um dos fundadores do Centro de Estudos Nipo-Brasileiros. Faleceu em 2005, aos 99 anos.<\/p>\n<p><strong>KAWANO, Alberto (1955)<\/strong><br \/>\nNascido em S\u00e3o Paulo (SP), em 1931. Cursou Engenharia Mec\u00e2nica e El\u00e9trica na Polit\u00e9cnica e, no primeiro ano de atividade, exerceu a fun\u00e7\u00e3o de engenheiro projetista de instala\u00e7\u00f5es industriais na Sanbra \u2013 Sociedade Algodoeira do Nordeste Brasileiro. Trabalhou na Vemag e, depois, na Ford Motors, ambas ind\u00fastrias montadoras de ve\u00edculos, em controle de qualidade. Foi diretor de uma ind\u00fastria de autope\u00e7as de fabrica\u00e7\u00e3o de bobinas e, posteriormente, diretor de uma ind\u00fastria eletroeletr\u00f4nica, quando se aposentou. Est\u00e1 com 77 anos.<\/p>\n<p><strong>KAYANO, Jorge Atsushi (1954)<\/strong><br \/>\nNasceu em 1928, em Cerqueira C\u00e9sar (SP). Ao se formar na Polit\u00e9cnica em 1954, especializou-se em tecnologia de refrigera\u00e7\u00e3o, ar-condicionado e ventila\u00e7\u00e3o, por meio de cursos de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o e est\u00e1gios no exterior. Ap\u00f3s ter trabalhado em empresas privadas, fundou a Thermoplan Engenharia T\u00e9rmica. Foi consultor t\u00e9cnico do Hospital das Cl\u00ednicas. Lecionou a disciplina de Termodin\u00e2mica e M\u00e1quinas T\u00e9rmicas na Polit\u00e9cnica, na FEI e na Escola de Engenharia Mau\u00e1. Aos 80 anos, \u00e9 casado com Sumiko Emura Kayano e tem cinco \ufb01lhos.<\/p>\n<p><strong>KITICE, Tomio (1946)<\/strong><br \/>\nNasceu em Igarapava (SP), em 1918. \u00c9 o 1\u00ba nikkei que se dedicou \u00e0 metalurgia. Ainda como estudante, teve contato com as grandes quest\u00f5es do Pa\u00eds nessa \u00e1rea. Formado na Polit\u00e9cnica, em 1946, trabalhou no IPT &#8211; Instituto de Pesquisas Tecnol\u00f3gicas -, inclusive nos trabalhos para a cria\u00e7\u00e3o das suas novas instala\u00e7\u00f5es na Cidade Universit\u00e1ria. A seguir, atuou na empresa Conex\u00f5es de Ferro Foz, dedicando-se ao avan\u00e7o do processo de maleabiliza\u00e7\u00e3o do a\u00e7o. Foi consultor de muitas empresas e professor no Mackenzie e na Faap. Na Escola de Engenharia Mau\u00e1, foi seu diretor. Foi casado com Helena Kitice e faleceu em 1998.<\/p>\n<p><strong>KOBAYASHI, Antonio Hideto (1955)<\/strong><br \/>\nNascido em S\u00e3o Paulo (SP), em 1931, foi o primeiro nikkei a se formar pelo ITA no curso de Engenharia de Aeronaves. Foi engenheiro de v\u00f4o na Real Aerovias e, depois, gerente de manuten\u00e7\u00e3o da Vasp. Em suas fun\u00e7\u00f5es, permaneceu longo tempo nos Estados Unidos nas empresas Lockeheed e Boeing. Ocupou o cargo de chefe de Qualidade da Embraer, empresa em que se aposentou. Faleceu em 2003. Seu nome foi atribu\u00eddo a uma das ruas de S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos. Casado, teve dois \ufb01lhos.<\/p>\n<p><strong>KOBAYASHI, Sakae Ishikawa (1950)<\/strong><br \/>\nNasceu na Manch\u00faria (China), em 1922, mas foi registrado em Ibaraki (Jap\u00e3o). Ao chegar ao Brasil, seus pais se \ufb01xaram em Rochedo (MT), onde tinham um garimpo de diamantes, al\u00e9m de uma casa comercial. Ap\u00f3s se formar na FEI, na 1\u00aa turma, retornou a Campo Grande. Foi capataz de fazenda de pecu\u00e1ria e de caf\u00e9 at\u00e9 adquirir sua pr\u00f3pria fazenda em Dourados, MS, onde foi o pioneiro na cultura do arroz irrigado. Dedicou-se ainda ao com\u00e9rcio e aos neg\u00f3cios imobili\u00e1rios. Foi casado com Annita Nacao, com quem teve seis \ufb01lhos.<\/p>\n<p><strong>KUBO, Shinichi (1944)<\/strong><br \/>\nNasceu em Kumamoto (Jap\u00e3o), em 1913. Chegou ao Brasil com 15 anos. Devido \u00e0 crise cafeeira, deixou a fazenda. Em S\u00e3o Paulo, estudou e ingressou na Polit\u00e9cnica, formou-se em 1944. Ap\u00f3s ter trabalhado na Usina Lunardelli, no Paran\u00e1, retornou a S\u00e3o Paulo e com Ayami Tsukamoto, montou o Escrit\u00f3rio T\u00e9cnico Central, que se transformou em TetraEng. Participou de grandes obras como as do Bunkyo, Toyota, Usina da Camargo Corr\u00eaa em Apia\u00ed e Academia da For\u00e7a A\u00e9rea em Pirassununga. Foi casado com Masako Kubo e teve quatro \ufb01lhos. Faleceu em 1984.<\/p>\n<p><strong>KUBOTA, Yosizo (1954)<\/strong><br \/>\nNasceu em 1927, em Fukushima (Jap\u00e3o). \u00c9 naturalizado brasileiro. Formou-se engenheiro mec\u00e2nico-eletricista na Polit\u00e9cnica em 1954. Fez v\u00e1rios cursos de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o e foi bolsista no Jap\u00e3o durante um ano, quando estagiou na ind\u00fastria de equipamentos pesados da Toshiba. Foi engenheiro da Light e da Belsa \u2013 Bandeirantes de Eletricidade S.A. \u2013, ocupando cargos de che\ufb01 a. Atuou como consultor de v\u00e1rias empresas. Foi professor do Senai, da Escola T\u00e9cnica Bandeirante e da Escola de Engenharia Mau\u00e1. Tem 81 anos.<\/p>\n<p><strong>MAKISHIMA, Nozomu (1955)<\/strong><br \/>\nNasceu em Pindorama (SP), em 1932. Formando-se na Esalq, em 1955, fez na Universidade Federal de Vi\u00e7osa (MG), mestrado em Olericultura. Trabalhou na Embrapa Hortali\u00e7as, na qual foi chefe de Pesquisas e difusor de tecnologia. Coordenou cursos internacionais sobre produ\u00e7\u00e3o de hortali\u00e7as da Embrapa, em conv\u00eanio com a Jica. Foi presidente da Sociedade de Olericultura do Brasil. \u00c9 autor de mais de uma centena de obras. Foi contemplado dentre v\u00e1rias honrarias,<br \/>\ncom o Pr\u00eamio Marcilio Dias da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Horticultura. Tem 76 anos.<\/p>\n<p><strong>MIO, Yoshihiko (1950)<\/strong><br \/>\nNasceu em Lins (SP), em 1920. Quando crian\u00e7a, auxiliava o trabalho de seus pais. Com sacrif\u00edcio, dedicou-se aos estudos, visando alcan\u00e7ar dias melhores. Convocado pelo Ex\u00e9rcito, tornou-se expedicion\u00e1rio. Ao retornar, cursou Engenharia Civil na Polit\u00e9cnica, formando-se em 1950. Ingressou como engenheiro no Departamento de Estradas de Rodagem, chegando ao cargo de diretor. Colaborou com o projeto estrutural na constru\u00e7\u00e3o da sede de entidade nikkei, como tamb\u00e9m da igreja Tenri, ambas em Bauru. Casado com Miya Mio, teve seis \ufb01lhos. Faleceu em 1998.<\/p>\n<p><strong>MISAWA, Tetsuaki (1951)<\/strong><br \/>\nNasceu em 1919, em Hokkaido (Jap\u00e3o). Veio ao Brasil, com 12 anos. Formou-se na Polit\u00e9cnica em 1951 e na Faculdade de Sa\u00fade P\u00fablica em 1969. Atuou no DAE de S\u00e3o Paulo, no qual che\ufb01ou a expans\u00e3o de redes de \u00e1gua da capital. Como bolsista nos Estados Unidos e no Jap\u00e3o, trouxe inova\u00e7\u00f5es para a sua \u00e1rea de trabalho. Foi o l\u00edder na cria\u00e7\u00e3o da Associa\u00e7\u00e3o Cultural e Esportiva Piratininga. A Sociedade Brasileira de Her\u00e1ldica conferiu-lhe a medalha Jos\u00e9 Bonif\u00e1cio. Faleceu em 1971. Foi casado com a m\u00e9dica Yoshiko Asanuma Misawa e teve dois \ufb01 lhos.<\/p>\n<p><strong>MITSUTANI, Siguer (1950)<\/strong><br \/>\nNascido em Cotia (SP), em 1923. Cursou Engenharia Civil na Polit\u00e9cnica, tendo sido aluno do ex-governador Lucas Nogueira Garcez. Foi colega de trabalho do Eng. Takeo Kawai na Cooperativa Agr\u00edcola de Cotia. Fez parte da equipe t\u00e9cnica que construiu a primeira escada rolante de S\u00e3o Paulo, na galeria Prestes Maia, que liga o Vale do Anhangaba\u00fa e a pra\u00e7a do Patriarca. Foi respons\u00e1vel pela constru\u00e7\u00e3o da Ponte da Casa Verde sobre o rio Tiet\u00ea. Teve \ufb01 rma pr\u00f3pria, a Engenharia Mitsutani S\/C, especializada em concreto armado. Faleceu em 1994.<\/p>\n<p><strong>MIYASAKA, Shiro (1951)<\/strong><br \/>\nNasceu em Hokkaido (Jap\u00e3o), em 1924. No Brasil, acompanhou os pais a uma fazenda em Cafel\u00e2ndia (SP). Depois, em Aruj\u00e1, iniciou os estudos at\u00e9 se formar na Esalq, em 1951. No Instituto Agron\u00f4mico de Campinas, tornou-se especialista na cultura da soja. \u00c9 o 1\u00ba nikkei Doutor em Agronomia. \u00c9 autor do livro \u201cA soja no Brasil\u201d. Lecionou na Universidade Tsukuba, no Jap\u00e3o. Pro\ufb01 ssional atuante, recebeu muitas homenagens, inclusive a recente \u201cOrdem do M\u00e9rito Kasato Maru\u201d. \u00c9 casado com Kazuco Sakiara Miyasaka. Tem 84 anos.<\/p>\n<p><strong>MIZOGUCHI, Shigeo (1954)<\/strong><br \/>\nNasceu em Yokohama (Jap\u00e3o), em 1924. \u00c9 brasileiro naturalizado. Formado na Esalq em 1954, dedicou-se notadamente \u00e0 forma\u00e7\u00e3o e aperfei\u00e7oamento de pessoal em atividades agr\u00edcolas. \u00c9 o criador de escolas-fazenda e de escolas agr\u00edcolas, tendo sido diretor da Escola Fazenda de Presidente Prudente. Foi diretor geral do Ensino Agr\u00edcola no Estado de S\u00e3o Paulo e vice-diretor do Centro Nacional de Aperfei\u00e7oamento de Pessoal para Forma\u00e7\u00e3o Pro\ufb01 ssional. Foi consultor internacional do BID e da Jica. Faleceu em 2003, com 79 anos.<\/p>\n<p><strong>MOMOI, Hissao (1952)<\/strong><br \/>\nNasceu em Agudos (SP), em 1925. Cursou a Escola Polit\u00e9cnica, formando-se em Engenharia Civil. Trabalhou no Departamento de Obras P\u00fablicas, no qual foi diretor t\u00e9cnico. Na Secretaria da Sa\u00fade, igualmente do Estado, foi assessor t\u00e9cnico no Gabinete do Secret\u00e1rio. Participou muito de a\u00e7\u00f5es sociais do governo. Foi durante um tempo professor na Academia do Barro Branco. Autodidata em japon\u00eas, pertenceu v\u00e1rios anos a uma organiza\u00e7\u00e3o \ufb01 los\u00f3\ufb01 ca-religiosa. Foi casado com Athanazia Emi Momoi e teve tr\u00eas \ufb01lhos. Faleceu em 2002.<\/p>\n<p><strong>MORITA, Minolo (1955)<\/strong><br \/>\n\u00c9 natural de Presidente Bernardes (SP), nasceu em 1931. Fez o curso de Engenharia El\u00e9trica e Mec\u00e2nica na Escola Polit\u00e9cnica, formando-se em 1955. Foi colega de turma do exgovernador M\u00e1rio Covas. Em sua atividade pro\ufb01ssional, atuou, sobretudo, na \u00e1rea de compras e suprimentos, tendo trabalhado em cargos de che\ufb01a e dire\u00e7\u00e3o em grandes empresas como Sambra, Vemag, Walita, Engesa, Lucas, Brinquedos Estrela, Fiat e Honda. H\u00e1 20 anos dedica-se \u00e0 consultoria imobili\u00e1ria. Tem 78 anos.<\/p>\n<p><strong>MORITA, Sancho (1951)<\/strong><br \/>\nNascido em 1927, \u00e9 natural de Campinas (SP). Formou-se na Polit\u00e9cnica em 1951. Trabalhou em v\u00e1rias ind\u00fastrias em cargos de responsabilidade, entre os quais o de vice-presidente t\u00e9cnico da Equipamentos Clark S.A. Atuou como aut\u00f4nomo e consultor de v\u00e1rias empresas e foi inventor de equipamentos de log\u00edstica. Obteve o t\u00edtulo de Engenheiro do Ano, pelo Iman, em 1988. Foi ainda professor da Polit\u00e9cnica, da FEI e da Unicamp. Vi\u00favo de Toshiko Fujita, com quem teve quatro \ufb01lhos, casou-se com Maria Faion Saito. Tem 81 anos.<\/p>\n<p><strong>MORITA, Yoshikazu (1952)<\/strong><br \/>\nNasceu em Hokkaido (Jap\u00e3o), em 1913. Veio ao Brasil com 18 anos, dirigindo-se ao interior. Uma vez em S\u00e3o Paulo, deu aulas para poder estudar. Trabalhou no Consulado da Su\u00e9cia, durante a guerra, quando cuidou do interesse dos japoneses e tamb\u00e9m no Consulado do Jap\u00e3o. Nesse per\u00edodo, formou-se engenheiro-arquiteto no Mackenzie. Fundando a \ufb01rma Engenharia e Arquitetura Morita Ltda., construiu dezenas de pr\u00e9dios e edif\u00edcios industriais de empresas japonesas. Foi um dos introdutores no Brasil da Escola Urasenke de cerim\u00f4nia do ch\u00e1.<\/p>\n<p><strong>MYAZAKI, Itsuro (1949)<\/strong><br \/>\nNatural de Birigui (SP), nasceu em 1923. Estudou na Esalq e se formou em 1949. Permaneceu um tempo na empresa Anderson Clayton de Presidente Prudente, ingressando, em seguida, na Secretaria da Agricultura do Estado de S\u00e3o Paulo. Foi o primeiro agr\u00f4nomo da Casa da Lavoura de Bilac. Inclinado a pesquisas, passou a trabalhar no Instituto Biol\u00f3gico, em que chegou \u00e0 che\ufb01a do Setor de Entomologia. Cursou p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o na Esalq nessa especialidade, tornando-se Mestre em 1983. Faleceu em 1985, aos 62 anos.<\/p>\n<p><strong>MURAYAMA, Shisuto Jos\u00e9 (1942)<\/strong><br \/>\nNatural de Rinc\u00e3o (SP), nasceu em 1914. Seu pai foi um dos imigrantes vindos no Kasato Maru. Foi o primeiro nikkei formado na Esalq. Trabalhou a vida toda para a Secretaria da Agricultura do Estado de S\u00e3o Paulo, no Instituto Agron\u00f4mico de Campinas e na Casa da Agricultura de Campos do Jord\u00e3o, da qual foi chefe. \u00c9 autor de 26 livros sobre Agronomia. Foi duas vezes deputado estadual e membro da Academia de Letras de Campos do Jord\u00e3o. Foi casado com Cec\u00edlia de Almeida Murayama, com quem teve dois \ufb01 lhos. Faleceu em 1994, aos 80 anos.<\/p>\n<p><strong>NACAO, Nelson (1953)<\/strong><br \/>\n\u00c9 natural de Campo Grande (MS), nasceu em 1927. Formou-se na Polit\u00e9cnica em 1953. Na terra natal, foi vereador por duas legislaturas e ainda presidente da C\u00e2mara Municipal. Foi dirigente de duas entidades da comunidade nikkei. Como pro\ufb01 ssional, atuou na Sanemat \u2013 Companhia de Saneamento de Mato Grosso. Dedicou-se ainda ao ensino de F\u00edsica e Matem\u00e1tica, e n\u00e3o abandonou os estudos mesmo em idade avan\u00e7ada e sofrendo de glaucoma. Faleceu em 2004. Foi casado com Kioko Margarida Aguena e teve seis \ufb01lhos.<\/p>\n<p><strong>NAGAHASHI, Hitoshi (1954)<\/strong><br \/>\nNascido na prov\u00edncia de Ehime (Jap\u00e3o), em 1926. Veio ao Brasil com quatro anos de idade. Formou-se engenheiro mec\u00e2nico-eletecista na Escola Polit\u00e9cnica. Casou-se com Mizu Nagahashi, com quem teve dois \ufb01 lhos. Faleceu em 1959.<\/p>\n<p><strong>NAKASHIMA, Kazuo (1952)<\/strong><br \/>\nNasceu em 1923 na prov\u00edncia de Shizuoka (Jap\u00e3o). Chegou ao Brasil em 1927, com os pais. Formou-se em Engenharia Civil pelo Mackenzie em 1952. Abriu cedo uma \ufb01rma destinada \u00e0 constru\u00e7\u00e3o em geral, bem como ao c\u00e1lculo e execu\u00e7\u00e3o de estruturas de concreto armado e de estruturas de madeira para coberturas. Dedicou-se, mais tarde, exclusivamente a projetos estruturais de concreto armado. \u00c9 um praticante avan\u00e7ado da arte caligr\u00e1\ufb01ca japonesa. Casado com Fl\u00e1via Toshie Nakashima, tem um \ufb01lho. Est\u00e1 com 85 anos.<\/p>\n<p><strong>NAKAYA, Luiz Gonzaga (1953)<\/strong><br \/>\nNasceu em S\u00e3o Paulo (SP), em 1928. Formou-se em Engenharia Mec\u00e2nica pela Faculdade de Engenharia Industrial &#8211; FEI. Ap\u00f3s concluir o curso de gradua\u00e7\u00e3o, ingressou na Ind\u00fastria Villares e depois na Bardella. Exerceu atividades pro\ufb01ssionais tamb\u00e9m na B\u00fcssing e na Simca. Foi professor da Escola Polit\u00e9cnica e da Faculdade de Engenharia Industrial. Casou-se com R\u00fabia Konda Nakaya, com quem teve tr\u00eas \ufb01lhos. Faleceu em 1967.<\/p>\n<p><strong>NISHIKAVA, Ysumy (1953)<\/strong><br \/>\nNasceu em 1926, em Birig\u00fci (SP). Formando-se na Polit\u00e9cnica em 1953, instalou-se em Maring\u00e1 (PR). Executou grande n\u00famero de obras na crescente cidade. Trabalhou tamb\u00e9m no Departamento Nacional de Produ\u00e7\u00e3o Mineral e, na Prefeitura Municipal de Maring\u00e1, foi secret\u00e1rio de Obras e Via\u00e7\u00e3o e diretor do Servi\u00e7o Aut\u00e1rquico de Pavimenta\u00e7\u00e3o. Foi fundador do Country Club de Maring\u00e1 e da Acema, da comunidade nikkei. Faleceu em 1979. Maring\u00e1 homenageou-o dando o nome de Eng. Ysumy Nishikava a uma de suas ruas. Foi casado com Kazuko Nishikava e teve dois \ufb01lhos.<\/p>\n<p><strong>NISHIMURA, Kazunori (1952)<\/strong><br \/>\nNascido em Hiroshima (Jap\u00e3o), em 1926. Formou-se em Engenharia El\u00e9trica e Civil no Mackenzie. Inicialmente, atuou no ramo de constru\u00e7\u00e3o civil em Presidente Prudente (SP). Posteriormente, trabalhou no projeto, constru\u00e7\u00e3o e instala\u00e7\u00e3o de frigor\u00ed\ufb01co bovino para exporta\u00e7\u00e3o e destilarias de \u00e1lcool nos Estados de S\u00e3o Paulo, Paran\u00e1, Mato Grosso do Sul e Goi\u00e1s. Aposentou-se em 1994. Tem 82 anos de idade.<\/p>\n<p><strong>NODA, Jihei (1948)<\/strong><br \/>\nNasceu em 1918, em Saga (Jap\u00e3o). Chegou ao Brasil aos sete anos. A fam\u00edlia se instalou na regi\u00e3o de Mirand\u00f3polis, vindo depois para S\u00e3o Paulo. Formou-se engenheiro civil pelo Mackenzie, em 1948. Naturalizou-se em 1949. Como aut\u00f4nomo, construiu o Cine Itapura, o Templo Budista do Jabaquara e a Catedral Budista de Bras\u00edlia, entre outras obras. Por 10 anos, foi engenheiro da Prefeitura de S\u00e3o Paulo. Foi vereador na C\u00e2mara Municipal de S\u00e3o Paulo e deputado estadual por tr\u00eas legislaturas. Foi casado com Elvira Sansone Noda e teve tr\u00eas \ufb01lhos. Faleceu em 1993.<\/p>\n<p><strong>NOGAMI, Job Shuji (1949)<\/strong><br \/>\n\u00c9 natural de Ribeir\u00e3o Pires (SP), nasceu em 1925. Formado em Engenharia de Minas e Metalurgia na Polit\u00e9cnica em 1949, dedicou-se a estudos geol\u00f3gicos e geot\u00e9cnicos aplicados a rodovias, no DER. Como docente da pr\u00f3pria Polit\u00e9cnica, realizou pesquisas e desenvolveu m\u00e9todos construtivos de pavimentos de baixo custo aplic\u00e1veis \u00e0s condi\u00e7\u00f5es tropicais. \u00c9 autor de mais de uma centena de trabalhos t\u00e9cnicos. O Laborat\u00f3rio de Tecnologia de Pavimentos da Escola Polit\u00e9cnica \u00e9 identi\ufb01cado pelo seu nome. \u00c9 solteiro e tem 83 anos.<\/p>\n<p><strong>NOGAMI, Paulo Soichi (1950)<\/strong><br \/>\nNasceu em S\u00e3o Paulo (SP), em 1923. Sua m\u00e3e e seus av\u00f3s chegaram ao Brasil dois anos antes do Kasato Maru. Ap\u00f3s se formar em Engenharia Civil na Polit\u00e9cnica, cursou a Faculdade de Sa\u00fade P\u00fablica da USP, na qual se especializou em Engenharia Sanit\u00e1ria. Foi professor de ambas as faculdades. Al\u00e9m de assessor t\u00e9cnico de gabinete da Secretaria de Servi\u00e7os e Obras do Estado de S\u00e3o Paulo, na gest\u00e3o do secret\u00e1rio Eduardo Riomey Yassuda, foi diretor da Cetesb e superintendente da Sabesp, quando se aposentou. Aos 85 anos, vi\u00favo de Kazue Iamane Nogami, tem tr\u00eas \ufb01lhos.<\/p>\n<p><strong>NOGAMI, Shozo (1953)<\/strong><br \/>\nNasceu em Ribeir\u00e3o Pires (SP), em 1928. Formado na Esalq em 1953, permaneceu um ano no Jap\u00e3o para se aperfei\u00e7oar. Exerceu atividades numa empresa multinacional de defensivos agr\u00edcolas. Trabalhou na Cooperativa Agr\u00edcola de Cotia, inicialmente em Guapiara (SP), depois nos escrit\u00f3rios centrais da capital. Colaborou na implanta\u00e7\u00e3o no Estado de S\u00e3o Paulo dos Clubes 4-H, destinados a formar lideran\u00e7as entre jovens na vida no campo. Faleceu em sua terra natal em 2001, aos 73 anos. Era solteiro.<\/p>\n<p><strong>NOMURA, Makoto (1953)<\/strong><br \/>\nNasceu em 1928, em S\u00e3o Paulo (SP). Com a perda do pai, assassinado pela Shind\u00f4-Renmei, estudou na Polit\u00e9cnica com a ajuda de amigos da fam\u00edlia, formando-se em 1953. Atuou na montagem da f\u00e1brica da GM em S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos, transferindo-se, mais tarde, para a Howa do Brasil. Na esfera estadual, colaborou na reorganiza\u00e7\u00e3o do setor de transportes do Daee e na montagem de m\u00e1quinas de grande porte no Laborat\u00f3rio de Hidr\u00e1ulica da USP. \u00c9 associado de v\u00e1rias entidades t\u00e9cnicas e funcionais. \u00c9 adepto e graduado da Medicina Nishi, do Jap\u00e3o. Tem 80 anos.<\/p>\n<p><strong>OHNO, Hajimu (1943)<\/strong><br \/>\nNasceu em Registro (SP), em 1917. \u00c9 o primog\u00eanito de um imigrante engenheiro vindo do Jap\u00e3o para trabalhar na abertura da 1\u00aa col\u00f4nia japonesa no Brasil, na regi\u00e3o de Iguape (SP). Formando-se na Polit\u00e9cnica em 1943, trabalhou no DER &#8211; Departamento de Estradas de Rodagem &#8211; durante 15 anos. Transferiu-se depois para o Departamento Ferrovi\u00e1rio e, mais tarde, para o Departamento de Obras P\u00fablicas. Durante a perman\u00eancia no servi\u00e7o p\u00fablico, exerceu tamb\u00e9m trabalhos para empresas privadas. Foi casado com Atsu Tanaka Ohno e teve quatro \ufb01lhos. Faleceu em 1987.<\/p>\n<p><strong>OHNO, Mitsuo (1954)<\/strong><br \/>\nNasceu em Sete Barras (SP), em 1930. Formou-se em Engenharia Civil na Polit\u00e9cnica, onde lecionou por 30 anos. Foi supervisor da Se\u00e7\u00e3o de Levantamentos e Cadastros das Centrais El\u00e9tricas de S\u00e3o Paulo &#8211; Cesp. Foi perito avaliador da antiga Comasp, da Cesp e do Daee. Foi respons\u00e1vel pela avalia\u00e7\u00e3o e executou planos de desapropria\u00e7\u00e3o de im\u00f3veis inundados por represas. Perito de con\ufb01an\u00e7a de ju\u00edzes e dos tribunais de Justi\u00e7a e de Al\u00e7ada Civil. \u00c9 casado com a Tocico Ohno e tem quatro \ufb01lhos.<\/p>\n<p><strong>ONO, Schigueru (1935)<\/strong><br \/>\nNasceu em Kumamoto (Jap\u00e3o), em 1912. Em 1935, tornou-se o primeiro nikkei a concluir a Polit\u00e9cnica, diplomando-se inicialmente em Engenharia El\u00e9trica e depois em Civil. Ap\u00f3s ter trabalhado com o engenhario Pl\u00ednio de Queiroz, em S\u00e3o Paulo, transferiu-se para Po\u00e7os de Caldas, MG. Na prefeitura local, executou diversas obras sanit\u00e1rias e, como independente, construiu variadas obras de vulto. Retornando a S\u00e3o Paulo em 1955, atuou em grandes empresas e institui\u00e7\u00f5es, como na CBA e no Hospital da Bene\ufb01 c\u00eancia Portuguesa. Faleceu em 1982.<\/p>\n<p><strong>OUTA, Massakazu (1947)<\/strong><br \/>\nNasceu em 1922, em S\u00e3o Paulo (SP). Formado pela Polit\u00e9cnica em Engenharia Qu\u00edmica, trabalhou durante 37 anos seguidos no IPT. Atuou essencialmente no setor de materiais polim\u00e9ricos (elast\u00f4meros, pl\u00e1sticos, resinas t\u00eaxteis e tintas), ocupando v\u00e1rios cargos de che\ufb01a, assist\u00eancia e dire\u00e7\u00e3o. Dedicou-se ainda ao treinamento de pro\ufb01ssionais, ministrando e coordenando cursos de especializa\u00e7\u00e3o, inclusive no exterior, sob os ausp\u00edcios de governo federal. Exerceu atividades de consultoria ap\u00f3s a aposentadoria. Tem 86 anos.<\/p>\n<p><strong>SACAY, Seiti (1954)<\/strong><br \/>\nNasceu em Igarapava (SP), em 1928. Quando crian\u00e7a, trabalhou na lavoura. Fez o gin\u00e1sio em Birig\u00fci, cidade que, 70 anos depois, concederia-lhe o t\u00edtulo de Cidad\u00e3o Birig\u00fciense. Formou-se em Engenharia Mec\u00e2nica e El\u00e9trica pela Polit\u00e9cnica, em 1954. Como estagi\u00e1rio, percorreu todos os departamentos da ent\u00e3o Light. Contratado pela Philips, trabalhou na empresa por 48 anos. Ap\u00f3s a aposentadoria, tem se dedicado a atividades culturais e assistenciais, ocupando cargos de responsabilidade em v\u00e1rias institui\u00e7\u00f5es nikkeis. Tem seis \ufb01lhos. Est\u00e1 com 80 anos.<\/p>\n<p><strong>SAKAMOTO, Kazuo (1947)<\/strong><br \/>\nNasceu em Ribeir\u00e3o Preto (SP), em 1923. Fez os dois primeiros anos do curso prim\u00e1rio em T\u00f3quio (Jap\u00e3o). Trabalhou como aprendiz com Takeo Kawai no garimpo de diamantes e de chumbo explorada pela KKKK &#8211; Kaigai Koogyo Kabushiki Kaisha -, em Apia\u00ed (SP). Formou-se engenheiro civil pelo Mackenzie e foi servidor p\u00fablico na Secretaria do Trabalho e diretor de Obras da Prefeitura Municipal de Birig\u00fci e de Ara\u00e7atuba. Prestou in\u00fameros servi\u00e7os de assessoria na \u00e1rea<br \/>\nde seguran\u00e7a no trabalho para a maioria dos munic\u00edpios da Alta Noroeste do Estado. Realizou v\u00e1rios levantamentos de terras devolutas nos Estados de MT, RO, AM e Norte do Paran\u00e1. Est\u00e1 com 85 anos.<\/p>\n<p><strong>SAKAMOTO, Satyro (1952)<\/strong><br \/>\nNascido em Ribeir\u00e3o Preto (SP), em 1924. Formou-se engenheiro civil e eletricista na Escola de Engenharia Mackenzie. Trabalhou na S\u00e3o Paulo Light &amp; Power; na Byington, uma empresa de produtos el\u00e9tricos brasileiros; no Canal 6 de Televis\u00e3o de Curitiba (PR); na Usiminas (MG); na Comasp e na Sabesp. Aposentou-se em 1986. Fez est\u00e1gio no Jap\u00e3o, na Fuji Denki e Mitsubishi Denki, na especialidade de bombas, motores e transformadores, durante 18 meses, em 1958 e 1959. \u00c9 casado com Keiko M\u00f4nica Sakamoto com quem tem uma \ufb01lha.<\/p>\n<p><strong>SAMOMIYA, Mamoru (1955)<\/strong><br \/>\nNasceu em Ara\u00e7atuba (SP), em 1927. Formou-se na Polit\u00e9cnica em 1955. No ano seguinte \u00e0 formatura, fundou com o engenheiro Katsuyuki Takita a \ufb01 rma Takita &amp; Samomiya Engenharia e Constru\u00e7\u00f5es. A empresa foi a respons\u00e1vel pela constru\u00e7\u00e3o de um conjunto de importantes obras como as f\u00e1bricas da Yakult, Komatsu Tratores e NEC. Foi um dos fundadores do Aruj\u00e1 Golf Club, bem como diretor de outras associa\u00e7\u00f5es e entidades da comunidade nikkei. Deu elevada colabora\u00e7\u00e3o ao Hospital Santa Cruz, como seu diretor t\u00e9cnico. Tem 81 anos.<\/p>\n<p><strong>SASAOKA, Tamaaki (1953)<\/strong><br \/>\nNasceu em 1926, em Hokkaido (Jap\u00e3o). Formando-se na FEI em 1953, iniciou as atividades pro\ufb01ssionais na Real Transportes A\u00e9reos, em manuten\u00e7\u00e3o de instala\u00e7\u00f5es e, em seguida, na manuten\u00e7\u00e3o de aeronaves, como dos rec\u00e9m-chegados avi\u00f5es Convair. Transferindo-se para a Alcan Alum\u00ednio do Brasil, foi engenheiro assistente na Ger\u00eancia de Produ\u00e7\u00e3o de Laminados, passando a ser gerente de Manuten\u00e7\u00e3o Mec\u00e2nica de v\u00e1rios setores. Mais tarde, tornou-se engenheiro ambiental da empresa at\u00e9 alcan\u00e7ar a aposentadoria. Tem 82 anos.<\/p>\n<p><strong>SATTO J\u00daNIOR, Luiz (1949)<\/strong><br \/>\nNasceu em Pindamonhangaba (SP), em 1922. Por orienta\u00e7\u00e3o do pai, recusou o convite de jogar futebol no Corinthians, depois de ser o primeiro nissei pro\ufb01 ssional no XV de Piracicaba. Formou-se na Esalq aos 27 anos. Como agr\u00f4nomo, lutou para que os pequenos e m\u00e9dios agricultores pudessem aumentar a safra e ter acesso a cr\u00e9ditos o\ufb01ciais. Trabalhou na Secretaria da Agricultura do Estado de S\u00e3o Paulo de Registro, Tatu\u00ed e Sorocaba, em que foi diretor da Divis\u00e3o Regional Agr\u00edcola. \u00c9 vi\u00favo e tem seis \ufb01lhos.<\/p>\n<p><strong>SAWAKI, Tamotsu (1954)<\/strong><br \/>\nNascido em Hokkaido (Jap\u00e3o), em 1921. Chegou ao Brasil aos nove anos de idade, acompanhado dos seus pais. Morou em Bastos (SP) e depois em Londrina (PR). Mais tarde, mudou-se para S\u00e3o Paulo, onde se graduou em Engenharia El\u00e9trica e Civil no Mackenzie. Por mais de cinco d\u00e9cadas, desenvolveu projetos na \u00e1rea de constru\u00e7\u00e3o civil voltado \u00e0s ind\u00fastrias t\u00eaxteis em Suzano e Mogi das Cruzes e tamb\u00e9m nas ind\u00fastrias de Portugal. Casou-se com Kineko Sawaki com quem teve duas \ufb01lhas. Faleceu em outubro de 2005, aos 84 anos.<\/p>\n<p><strong>SIMAMURA, Mitomu (1952)<\/strong><br \/>\nNasceu em 1925, em Guai\u00e7ara (SP). Formou-se em Engenharia Civil pela Polit\u00e9cnica. Iniciou sua carreira na Construtora Guarant\u00e3, de S\u00e3o Paulo. Transferindo-se para Londrina (PR), foi Presidente da Construtora Simamura Daiwa House S.A. Trabalhou muito pela comunidade nikkei, tendo sido presidente da Associa\u00e7\u00e3o Cultural e Esportiva e tesoureiro da Alian\u00e7a Cultural Brasil-Jap\u00e3o do Paran\u00e1. Foi presidente do Rotary Club local e participou da Miss\u00e3o Econ\u00f4mica do Paran\u00e1 ao Jap\u00e3o. Foi casado com Nair Tone Simamura, com quem teve dois \ufb01lhos. Faleceu em 1976.<\/p>\n<p><strong>SUGAHARA, Takao (1954)<\/strong><br \/>\nNasceu na prov\u00edncia de Hokkaido (Jap\u00e3o), em 1929. Cursou a Esalq e se formou em 1954. Trabalhou na Funda\u00e7\u00e3o Rockefeller e, em seguida, em diversas empresas multinacionais, como Dupont, Ciba e P\ufb01 zer, e tamb\u00e9m na estatal Agrobras. Tornou-se independente ao montar a \ufb01rma Dubibras Produtos e Implementos Agr\u00edcolas. Faleceu em 1982, aos 52 anos de idade. Casado com Maria Aparecida M. Sugahara, teve quatro \ufb01lhos.<\/p>\n<p><strong>SUGAYA, Goo (1949)<\/strong><br \/>\nNasceu em T\u00f3quio (Jap\u00e3o), em 1918. Chegou ao Brasil com os pais em 1920. Formou-se engenheiro civil pela Escola Polit\u00e9cnica, em 1949. Ao longo de sua vida pro\ufb01ssional, projetou e construiu casas residenciais e estabelecimentos comerciais. Foi funcion\u00e1rio durante alguns anos da Prefeitura Municipal de Po\u00e1, SP. Trabalhou igualmente como engenheiro em ind\u00fastrias. Foi casado com Vit\u00f3ria Ocimoto Sugaya. Faleceu em 1976, aos 57 anos.<\/p>\n<p><strong>SUGAYA, Masao Sugaya (1940)<\/strong><br \/>\nNasceu em T\u00f3quio (Jap\u00e3o), em 1913. Veio ao Brasil com os pais aos 7 anos. Foi o 2\u00ba nikkei formado pela Polit\u00e9cnica, em 1940. Trabalhou inicialmente na empresa Bianc Cia. Ltda. Transferiu-se para a rec\u00e9m-constitu\u00edda Confab \u2013 Companhia Nacional de Forjagem de A\u00e7o Brasileiro, sediada em S\u00e3o Caetano do Sul (SP). Atuou na empresa durante 53 anos, tendo sido membro engenheiro de sua diretoria. Ap\u00f3s a aposentadoria em 1983, continuou a ela prestando servi\u00e7os, como aut\u00f4nomo. Faleceu em 1996. Foi casado com Toyoko Ohno Sugaya.<\/p>\n<p><strong>SUGIMOTO, Kaol (1945)<\/strong><br \/>\nNasceu em S\u00e3o Paulo (SP), em 1917. Formou-se em Engenharia Industrial pelo Mackenzie em 1945, passando a trabalhar na ind\u00fastria de m\u00f3veis da fam\u00edlia. A seguir, foi engenheiro da Sociedade An\u00f4nima Martinelli, nos setores de navega\u00e7\u00e3o e ind\u00fastria salineira. Pertenceu ao quadro de funcion\u00e1rios da Cooperativa Agr\u00edcola de Cotia. Dedicou-se muito ao escotismo, tendo sido fundador do Grupo Escoteiro Falc\u00e3o Peregrino. A C\u00e2mara Municipal de S\u00e3o Paulo conferiu-lhe a Medalha Anchieta e o diploma de gratid\u00e3o. Faleceu em 1998.<\/p>\n<p><strong>SUGUIYAMA, Nilo Batista (1953)<\/strong><br \/>\nNasceu em S\u00e3o Paulo (SP), em 1928. Tendo se formado na Escola Polit\u00e9cnica em 1953, dedicou sua carreira pro\ufb01ssional \u00e0 Prefeitura Municipal de S\u00e3o Paulo, que ingressou mediante concurso p\u00fablico. De engenheiro de obras, chegou ao cargo de administrador regional da Mooca e, em seguida, do Ipiranga. Na gest\u00e3o do prefeito J\u00e2nio Quadros, foi superintendente de Obras. Entre as honrarias recebidas, destacam-se a Medalha Anchieta, da C\u00e2mara Municipal de S\u00e3o Paulo, e a Medalha Santos Dumont, do Comando da IV Zona A\u00e9rea. Tem 78 anos.<\/p>\n<p><strong>SUGUIYAMA, Romeu Batista (1950)<\/strong><br \/>\nNasceu em S\u00e3o Paulo (SP), em 1925. \u00c9 formado pela Polit\u00e9cnica em 1950. Sua atividade se concentrou na esfera da Prefeitura Municipal de S\u00e3o Paulo, na \u00e1rea normativa de obras. Atuou como delegado executivo na Comiss\u00e3o Permanente do C\u00f3digo de Obras e participou de estudos do C\u00f3digo de Edi\ufb01 ca\u00e7\u00f5es e do novo C\u00f3digo de Obras do munic\u00edpio. Foi membro do Conselho T\u00e9cnico da Cohab-SP e diretor do Contru. Em 1963, diplomou-se em Direito pela USP. Ministrou aulas e publicou trabalhos de sua especialidade. \u00c9 consultor do Banco Ita\u00fa.<\/p>\n<p><strong>SUZUKI, Atsushi (1936)<\/strong><br \/>\nNatural de T\u00f3quio (Jap\u00e3o), nasceu em 1912. Veio para o Brasil, ap\u00f3s ter conclu\u00eddo o curso secund\u00e1rio. Formou-se em Engenharia no Mackenzie, em 1936. Ap\u00f3s, retornou ao Jap\u00e3o e foi convocado pelo Ex\u00e9rcito para participar da guerra. Ao voltar, n\u00e3o conseguiu trabalhar como engenheiro. Casou-se, em 1952, e veio mais uma vez ao Brasil. Trabalhou no Rio de Janeiro na Yamagata Engenharia e depois na Usiminas. Em 1992, retornou de novo ao Jap\u00e3o, onde faleceu. N\u00e3o teve \ufb01lhos.<\/p>\n<p><strong>SUZUKI, Goiti (1949)<\/strong><br \/>\nNatural da prov\u00edncia de Hyogo (Jap\u00e3o), em 1919. Veio ao Brasil com 11 anos, dirigindo-se com a fam\u00edlia \u00e0 Fazenda Alian\u00e7a. Engenheiro civil formado na Polit\u00e9cnica em 1949, especializou-se em estruturas para telhados. Nessa fun\u00e7\u00e3o, trabalhou em empresas de S\u00e3o Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro, como Sopatel, Lanif\u00edcio Kurashiki, Ishikawajima e Metalt\u00e9cnica, nesta \u00faltima como diretor. Tornando-se aut\u00f4nomo, continuou como consultor e projetista na \u00e1rea de sua especialidade at\u00e9 se aposentar. Tem 89 anos e \u00e9 casado com Guaraciaba de Abreu Suzuki.<\/p>\n<p><strong>SUZUKI, Takeshi (1933)<\/strong><br \/>\nNascido em T\u00f3quio (Jap\u00e3o), em 1908, veio ao Brasil para dedicar-se \u00e0 lavoura. N\u00e3o se adaptando, foi para S\u00e3o Paulo e estudou no Mackenzie o curso de engenheiro &#8211; arquiteto. Formou-se em 1933. Entre as obras que executou, destacam-se o Hospital Santa Cruz, o pr\u00e9dio do Bunkyo e o audit\u00f3rio do Mackenzie. Foi o 1\u00ba professor universit\u00e1rio nikkei. Na mocidade, foi praticante de beisebol, kend\u00f4, remo e ex\u00edmio atleta. Foi ainda o 1\u00ba nikkei aqui brevetado. Foi laureado pelo governo japon\u00eas com a Ordem do Tesouro Sagrado de 4\u00ba grau. Faleceu em 1987, aos 79 anos.<\/p>\n<p><strong>TAKAHASHI, Akio (1954)<\/strong><br \/>\nNascido em 1929, \u00e9 natural de T\u00f3quio (Jap\u00e3o). Vindo ao Brasil com cinco anos, morou numa fazenda de caf\u00e9 e algod\u00e3o em Bento Quirino, regi\u00e3o de Ribeir\u00e3o Preto. Vieram depois para Guarulhos. Em sua trajet\u00f3ria de estudos, passou pela Escola T\u00e9cnica Getulio Vargas, antes de ingressar na Polit\u00e9cnica. Formou-se engenheiro mec\u00e2nico-eletricista em 1954. Trabalhou na General Electric durante 25 anos e na Motores El\u00e9tricos Brasil por mais 21 anos, empresa em que foi assessor, gerente de Engenharia Avan\u00e7ada at\u00e9 se aposentar. Tem 79 anos.<\/p>\n<p><strong>TAKAHASHI, Edmundo (1949)<\/strong><br \/>\nNasceu em Santa Veridiana (SP), em 1922. Formou-se em civil na Polit\u00e9cnica, em 1949. Trabalhou de in\u00edcio no IPT com o Prof. Milton Vargas. Em concurso p\u00fablico para engenheiro do Estado, obteve o 1\u00ba lugar. Foi diretor do DOP. No Plano de A\u00e7\u00e3o do Governo Carvalho Pinto, foi o respons\u00e1vel pelas obras de terraplenagem do Aeroporto de Congonhas. Em 1960, constituiu empresa pr\u00f3pria de funda\u00e7\u00f5es e sondagens. Foi casado com Luiza da Silveira Moraes Takahashi e teve tr\u00eas \ufb01lhos. Faleceu em 1994.<\/p>\n<p><strong>TAKAHASHI, Hisachiyo (1954)<\/strong><br \/>\nNasceu em Osaka (Jap\u00e3o), em 1928. Veio para o Brasil em 1930. Formou-se em Engenharia Mec\u00e2nica e El\u00e9trica na Polit\u00e9cnica. Depois de trabalhar por tr\u00eas anos como aut\u00f4nomo, ingressou na S\u00e3o Paulo Light &amp; Power e depois no Daee. Autor de v\u00e1rios artigos e trabalhos t\u00e9cnicos, chegando a exercer o cargo de diretor de Divis\u00e3o de Materiais do Daee. Trabalhou na Eletropaulo como assessor de Diretoria e superintendente de Compras. Aposentou-se em 1996. Casou-se com Aquico Takahashi e teve uma \ufb01lha. Faleceu em 2002, aos 73 anos.<\/p>\n<p><strong>TAKAOKA, Yojiro (1949)<\/strong><br \/>\nNascido em S\u00e3o Paulo (SP), em 1923, formou-se na Polit\u00e9cnica em 1949. Dois anos depois, fundou a Construtora Albuquerque e Takaoka S.A., empresa da qual era o co-respons\u00e1vel t\u00e9cnico. Os empreendimentos da \ufb01 rma marcaram \u00e9poca em S\u00e3o Paulo pelo seu vulto e qualidade e pela ado\u00e7\u00e3o de concep\u00e7\u00f5es novas em projetos habitacionais. Al\u00e9m disso, a empresa foi a respons\u00e1vel pela abertura de gigantescos e bem-sucedidos planos urban\u00edsticos, dotados de todos os equipamentos, como os de Alphaville e Aldeia da Serra junto \u00e0 capital. Faleceu em 1994.<\/p>\n<p><strong>TAKITA, Katuyuki (1955)<\/strong><br \/>\nNasceu em Lins (SP), em 1931. Formou-se engenheiro civil pela Escola Polit\u00e9cnica. Ap\u00f3s a sua formatura, em 1956, em sociedade com seu colega de turma Mamoru Samomiya, fundou a Takita &amp; Samomiya Engenharia e Constru\u00e7\u00f5es, atuando no ramo da constru\u00e7\u00e3o civil, trabalhou durante toda a sua vida pro\ufb01ssional nessa empresa. Dentre as in\u00fameras obras executadas, destacam-se as f\u00e1bricas da Yakult, Komatsu Tratores e NEC. Foi casado com Shigueko Takita e faleceu em 1997, aos 65 anos.<\/p>\n<p><strong>TANAKA, Renato Teruo (1949)<\/strong><br \/>\nNascido em Cafel\u00e2ndia (SP), em 1924. Formou-se engenheiro civil na Polit\u00e9cnica e cursou extens\u00e3o universit\u00e1ria na Faculdade de Sa\u00fade P\u00fablica da USP. Foi admitido na Reparti\u00e7\u00e3o de Saneamento de Santos em 1950, desde ent\u00e3o atuou por 35 anos nos \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos de saneamento b\u00e1sico e controle ambiental de Santos, Cubat\u00e3o e Guaruj\u00e1. Foi diretor e presidente da Companhia de Saneamento da Baixada Santista \u2013 SBS. Casado com Paulina Tanaka, teve tr\u00eas \ufb01lhas. Faleceu em 1985.<\/p>\n<p><strong>TANOUE, Ariosto (1953)<\/strong><br \/>\nNasceu em Ara\u00e7atuba (SP), em 1930. Formou-se engenheiro civil pela Escola Polit\u00e9cnica. Ap\u00f3s a sua formatura, come\u00e7ou a trabalhar no Departamento de \u00c1guas e Esgotos \u2013 DAE, em S\u00e3o Paulo, e, posteriormente, no Instituto de Previd\u00eancia do Estado de S\u00e3o Paulo \u2013 Ipesp &#8211; at\u00e9 aposentar-se. Dedicou-se tamb\u00e9m ao magist\u00e9rio, durante longo tempo, lecionando F\u00edsica no Col\u00e9gio Estadual Caetano de Campos. Casou-se com Natividade Ferreira, com quem teve um \ufb01lho. Faleceu em 1998, aos 68 anos.<\/p>\n<p><strong>TAQUEDA, Jorge (1942)<\/strong><br \/>\nNatural de Nova Paulic\u00e9ia (SP), nasceu em 1916. Na formatura pela Escola de Engenharia Mackenzie, recebeu o pr\u00eamio Pandi\u00e1 Calogeras como melhor aluno durante todo o curso. No CPOR, recebeu a espada-pr\u00eamio de melhor aspirante. Trabalhou como engenheiro em v\u00e1rias empresas de porte, como a Mario Barros Amaral S.A., tendo sido ainda professor no Mackenzie durante 12 anos. Ap\u00f3s a aposentadoria, dedicou-se ao com\u00e9rcio. Casado com Nazira Tebexereni Taqueda, teve quatro \ufb01lhos. Faleceu em 2002 com 86 anos.<\/p>\n<p><strong>TSUNASHIMA, Gen (1950)<\/strong><br \/>\n\u00c9 natural de Hokkaido (Jap\u00e3o), nasceu em 1919. Formou-se engenheiro civil pela Polit\u00e9cnica em 1950. Trabalhou cinco anos na Sobraf \u2013 Sociedade Brasileira de Funda\u00e7\u00f5es. Tornou-se engenheiro respons\u00e1vel da Cooperativa Agr\u00edcola Sul-Brasil, em que permaneceu por 20 anos. Em seguida, foi o engenheiro-chefe das construtoras Takiplan e Huma. Foi um grande colaborador da Sociedade Bene\ufb01cente Casa da Esperan\u00e7a (Kib\u00f4-no-ie), na qual exerceu o cargo de diretor por onze anos e de diretor-presidente durante quatro anos. Faleceu em 1998.<\/p>\n<p><strong>TUBOI, Takeki (1951)<\/strong><br \/>\nNasceu em Quat\u00e1 (SP), em 1930. Fez o curso secund\u00e1rio em S\u00e3o Paulo, quando foi interno do Instituto Nipo-Brasileiro do Prof. Midori Kobayashi. Formou-se em Engenharia Agron\u00f4mica na Esalq. Era versado em l\u00ednguas, tendo o dom\u00ednio do japon\u00eas, ingl\u00eas, italiano, espanhol, franc\u00eas e alem\u00e3o. Trabalhou nas Ind\u00fastrias Reunidas Francisco Matarazzo como engenheiro-correspondente em L\u00ednguas Estrangeiras. Foi casado com Haruko Tuboi, com quem teve duas \ufb01lhas. V\u00edtima de surto de meningite, faleceu em 1974, aos 54 anos.<\/p>\n<p><strong>UEHARA, Kokei (1953)<\/strong><br \/>\nNasceu em 1927 em Okinawa (Jap\u00e3o). \u00c9 engenheiro civil pela Polit\u00e9cnica, turma de 1953. Foi bolsista do governo franc\u00eas para cursos e est\u00e1gios na Fran\u00e7a. Tornou-se professor da Polit\u00e9cnica e chegou ao cargo de professor titular. Recebeu o t\u00edtulo de professor em\u00e9rito, ap\u00f3s a aposentadoria. Representou o Brasil na Unesco, no Dec\u00eanio Hidrol\u00f3gico Internacional. \u00c9 Doutor Honoris Causa pela Universidade de Osaka. Entre as in\u00fameras homenagens recebidas, destaca-se a condecora\u00e7\u00e3o que lhe foi outorgada pelo Imperador do Jap\u00e3o. \u00c9 atualmente o presidente da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e Assist\u00eancia Social.<\/p>\n<p><strong>UETA, Seiki (1954)<\/strong><br \/>\nNatural de Santa B\u00e1rbara do Rio Pardo (SP), nasceu em 1922. Formou-se engenheiro qu\u00edmico em 1954 pela Polit\u00e9cnica. Ap\u00f3s breve passagem pela Sambra Alimentos, ingressou na Petrobras em atividades ligadas \u00e0 industrializa\u00e7\u00e3o do xisto, nas usinas de Trememb\u00e9 (SP) e Curitiba (PR). Transferiu-se para a Re\ufb01 naria de Paul\u00ednia, terminando suas atividades na Re\ufb01naria do Vale do Para\u00edba, como organizador do seu sistema de seguran\u00e7a. Aposentou-se em 1983. Foi dedicado colaborador na comunidade religiosa de Trememb\u00e9. \u00c9 falecido.<\/p>\n<p><strong>WATANABE, Jorge (1946)<\/strong><br \/>\nNascido em Registro (SP), em 1920. Formou-se em Engenharia Civil na Polit\u00e9cnica. Trabalhou no DER como engenheiro encarregado de obras, em Pirassununga, at\u00e9 1952, per\u00edodo em que foi respons\u00e1vel pela constru\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias pontes, destacando-se a ponte em arco com 54 m de v\u00e3o livre, em S\u00e3o Jo\u00e3o da Boa Vista. No DER-SP trabalhou como engenheiro &#8211; chefe do Servi\u00e7o de Avalia\u00e7\u00f5es e Cadastro, no qual se deparou com os problemas de desapropria\u00e7\u00e3o de faixas de rodovias. Aposentou-se em 1979. \u00c9 casado com Yasco Watanabe e tem uma \ufb01lha.<\/p>\n<p><strong>YAMADA, Yukinobu (1953)<\/strong><br \/>\nNasceu em 1925, em Hokkaido (Jap\u00e3o). Chegando ao Brasil com nove anos, trabalhou com os pais no cafezal. Em S\u00e3o Paulo, ingressou na empresa Nadir Figueiredo e iniciou os estudos de Engenharia El\u00e9trica e Civil no Mackenzie. Formando-se em 1953, trabalhou na Usina Eng. Bernardes Figueiredo sobre o Rio Jaguari e na f\u00e1brica de lou\u00e7as da pr\u00f3pria Nadir, em suas proximidades. Naturalizou-se brasileiro e fez o curso de Engenharia Cer\u00e2mica, em Nagoya (Jap\u00e3o), al\u00e9m de in\u00fameras visitas t\u00e9cnicas a ind\u00fastrias de cer\u00e2mica do exterior. Aposentou-se em 1993. Est\u00e1 com 83 anos.<\/p>\n<p><strong>YAMAMOTO, Hirose (1951)<\/strong><br \/>\n\u00c9 natural de Promiss\u00e3o (SP), nasceu em 1924. Chegou a S\u00e3o Paulo com a fam\u00edlia em 1937. Formou-se na FEI em 1951, no curso de Engenharia Mec\u00e2nica. Especializou-se mais tarde em hidr\u00e1ulica. Esteve no Jap\u00e3o por dois anos para estudos de implanta\u00e7\u00e3o de usinas hidrel\u00e9tricas. Foi engenheiro do Departamento de \u00c1guas e Energia El\u00e9trica, especializando-se em transporte \ufb02uvial, em especial no Rio Tiet\u00ea. Ministrou aulas de hidr\u00e1ulica na pr\u00f3pria FEI. Faleceu em 1990, j\u00e1 como aposentado. Foi casado com Masumi Yamamoto.<\/p>\n<p><strong>YAMAMOTO, Yasuo (1951)<\/strong><br \/>\nNascido em T\u00f3quio (Jap\u00e3o), em 1924, chegou ao Brasil com nove anos. Fez o prim\u00e1rio em Ara\u00e7atuba. Formou-se em Engenharia Civil, com m\u00e9rito, pelo Mackenzie, em 1951. Calculista de renome, projetou por meio de sua empresa Escrit\u00f3rio T\u00e9cnico Estacal Ltda. in\u00fameros projetos estruturais, inclusive de grandes obras p\u00fablicas. Atuou intensamente na comunidade nikkei, ocupando cargos de responsabilidade de v\u00e1rias institui\u00e7\u00f5es culturais, assistenciais e religiosas. Faleceu em 1996. Foi casado com a dentista Felicia Watanabe Yamamoto e teve tr\u00eas \ufb01lhos.<\/p>\n<p><strong>YASSUDA, Eduardo Riomey (1947)<\/strong><br \/>\nNasceu em Pindamonhangaba (SP), em 1924. Formou-se na Polit\u00e9cnica em 1\u00ba lugar. Foi o melhor aluno em Engenharia Sanit\u00e1ria na Faculdade de Sa\u00fade P\u00fablica, em que passou a lecionar tornando-se o 1\u00ba professor catedr\u00e1tico nikkei, em S\u00e3o Paulo. Foi secret\u00e1rio de Servi\u00e7os e Obras P\u00fablicas do Estado de S\u00e3o Paulo, quando introduziu um novo modelo administrativo na \u00e1rea do saneamento. Exerceu a Presid\u00eancia da Companhia Paulista de For\u00e7a e Luz e a Diretoria de Planejamento da Sabesp. Cidad\u00e3o Honor\u00e1rio de v\u00e1rios munic\u00edpios, foi ainda agraciado com in\u00fameras distin\u00e7\u00f5es, entre as quais com a Ordem do Rio Branco. Faleceu em 1996.<\/p>\n<p><strong>YOSHIMURA, Tuyoshi (1950)<\/strong><br \/>\nNasceu em Promiss\u00e3o (SP), em 1923. \u00c9 da turma de civis de 1950, do Mackenzie. Ocupou na Prefeitura de Bauru o cargo de diretor de Obras e Via\u00e7\u00e3o e de Plantas Particulares. Foi igualmente avaliador da Caixa Econ\u00f4mica Federal e da Nossa Caixa. Exerceu o magist\u00e9rio superior na Funda\u00e7\u00e3o Educacional de Bauru, na Escola de Pontes e Estradas e no Instituto Toledo de Ensino. Seu nome identi\ufb01 ca uma das ruas do bairro nobre de Bauru. Foi casado com Aiko Matsumoto Yoshimura e teve dois \ufb01 lhos. Faleceu em 1984, aos 61 anos.<\/p>\n<p><strong>YSSAO, Kira (1944)<\/strong><br \/>\nNascido em Santa Barbara do Rio Pardo (SP), em 1918. Formou-se em Engenharia Civil na Polit\u00e9cnica e durante a sua trajet\u00f3ria pro\ufb01ssional trabalhou na Companhia Sider\u00fargica Paulista \u2013 Cosipa, na Constru\u00e7\u00f5es e Com\u00e9rcio Camargo Corr\u00eaa e na Themag Engenharia e Gerenciamento Ltda. Foi casado com Sati Kira e teve tr\u00eas \ufb01lhos. Faleceu em 1978, em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p><strong>YUASA, Izumi (1949)<\/strong><br \/>\nNasceu em T\u00f3quio (Jap\u00e3o), em 1922. Formou-se pelo Mackenzie em 1949. De in\u00edcio, trabalhou na Construtora Soutello, em S\u00e3o Paulo. Nesse tempo, foi instrutor no curso noturno de Mestre de Obras do Senai. Passou por outras empresas e foi tamb\u00e9m aut\u00f4nomo. Em 1956, ingressou na Usiminas para trabalhar na constru\u00e7\u00e3o da usina, chegando a Superintendente de Engenharia de Projetos. Esteve v\u00e1rias vezes no Jap\u00e3o a servi\u00e7o da empresa. Ao se aposentar, tornou-se consultor na implanta\u00e7\u00e3o das sider\u00fargicas Tubar\u00e3o e A\u00e7ominas. Tem 86 anos.<\/p>\n<p><em>Fonte: Jornal do Instituto de Engenharia &#8211; ano V, outubro\/2008<br \/>\nO texto foi elaborado atrav\u00e9s do incans\u00e1vel trabalho de levantamento de\u00a0dados empreendido pelo engenheiro Izumi Saito, que a partir das listas\u00a0fornecidas pelas universidades, conseguiu localizar, um a um, todos os\u00a0100 primeiros engenheiros nikkeis formados no Brasil. E foi Izumi Saito\u00a0que autorizou a publica\u00e7\u00e3o desse material pelo www.imigracaojaponesa.com.br<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>AIBE, Takeo (1954) Natural de S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Pardo (SP), em 1929. Formado em Engenharia Civil pela Polit\u00e9cnica e, depois, em Administra\u00e7\u00e3o de Empresas. Sempre trabalhou na \u00e1rea de Engenharia, com c\u00e1lculo de estrutura e funda\u00e7\u00f5es, prestando servi\u00e7os de consultoria nas mesmas \u00e1reas. Fez v\u00e1rias obras sociais, como principais, constru\u00e7\u00f5es de escolas. 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